Promotor Henry Wagner e a juíza Marixa Rodrigues na primeira fase do julgamento em novembro
Mais: Juíza do caso Eliza Samudio permite retorno de dois advogados de Bola
Em dezembro: Goleiro Bruno comemora 28 anos ao lado de noiva na prisão
As contas mantidas por Bruno em bancos do Rio de Janeiro e Belo Horizonte serão analisadas. O Ministério Público quer investigar se as movimentações bancárias têm alguma relação com o crime. O goleiro Bruno, sua ex-mulher, Dayanne Rodrigues, e Bola, serão julgados no dia 4 de março.
Atestado de óbito
Na mesma decisão, a juíza determinou a expedição do atestado de óbito de Eliza Samudio, vista pela última vez em julho de 2010 e cujo corpo nunca foi encontrado. A decisão atendeu a pedidos do Ministério Público Estadual (MPE) e da família de Eliza, que não era considerada oficialmente morta.
Atestado de óbito de Eliza Samudio será expedido
A magistrada ainda vai analisar recurso que pede a anulação do julgamento apresentado por outra namorada de Bruno, Fernanda Gomes de Castro. Ela foi condenada no mesmo julgamento de Macarrão a cinco anos de prisão em regime aberto pelo sequestro e cárcere privado de Eliza. O MPE também recorreu da decisão, mas pede apenas a mudança para que a pena seja cumprida em regime fechado.
Defesa de Bola
Os advogados Ércio Quaresma e Fernando Magalhães poderão voltar a defender Bola no processo. O pedido feito pelos defensores foi aceito ontem (14) pela magistrada Marixa. Três advogados do réu abandonaram o caso no primeiro dia de julgamento, em 19 de novembro.
Saiba tudo sobre o julgamento
1º dia: Desgastante, primeiro dia de julgamento do caso Bruno é pouco produtivo
2º dia: Decisão de Bruno e denúncia de promotor surpreendem no 2º dia de julgamento
3º dia: Depoimento de Macarrão encerra o dia mais longo do julgamento
4º dia: Fernanda assume ter mentido ao depor e diz que não via Eliza como rival
5º dia: Macarrão pega 15 anos de prisão por morte de Eliza. Fernanda responde livre
No entanto, a magistrada manteve a multa estabelecida em pelo menos 30 salários mínimos para cada defensor pelo abandono do júri. A decisão seria publicada no Diário do Judiciário nesta terça-feira (15). Zanone de Oliveira, que também integrava a equipe de advogados de Bola, não manifestou interesse em retornar ao caso.
Bruno, o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e a ex-mulher do goleiro, Dayane Rodrigues do Carmo, também deveriam ter sido julgados na ocasião, mas, após uma série de manobras dos advogados de defesa dos acusados, Marixa determinou o desmembramento do processo. Bola é acusado do assassinato e ocultação de cadáver de Eliza; Dayane, pelo sequestro e cárcere privado do filho da vítima com o goleiro. O julgamento deles está marcado para o início de março.
Com AE e O Dia
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