quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Técnico lamenta falta de uma "casa" para o Duque de Caxias - Campeonato Brasileiro 2011 - Futebol Terra

Além de ocupar a última colocação do Campeonato Brasileiro da segunda divisão, o Duque de Caxias não tem conseguido levar muitos torcedores aos seus jogos - o time carioca detém o menor público da competição, quando recebeu o Salgueiro, no dia 6 de setembro, pela 22ª rodada da competição, em Volta Redonda.

Com 53 pessoas no estádio e uma arrecadação de apenas R$ 210, a equipe pernambucana bateu o Duque de Caxias, por 2 a 1. Para Paulo Campos, técnico do time carioca, o fato de não ter um estádio definido como "sua casa", dificultou para criar uma identificação com o torcedor do Rio de Janeiro.

"Simplesmente por não termos uma casa para jogar, somos obrigados a toda partida viajar. O Duque já jogou em São Januario, Engenhão, Macaé e agora Volta Redonda. Isso faz com que o torcedor não crie uma identificação, além da situação na tabela, que os afasta", explicou em contato telefônico com a GE.Net.

"Mas estamos acostumados por não termos um campo de jogo próprio, já que do Duque de Caixas tem capacidade inferior da autorizada pela CBF", afirmou o comandante, lembrando que o estádio do Duque, o Marrentão, tem capacidade para 7 mil pessoas - sendo que a CBF pede, para a Série B, capacidade mínima de 10 mil pessoas.

Com apenas 12 pontos ganhos em 28 jogos, o Duque de Caxias é o último colocado da Série B. O próximo compromisso da equipe carioca será fora de casa: neste sábado, às 16h20 (de Brasília), o time enfrenta o Grêmio Barueri, na Arena Barueri.

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