A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro informou que o sequestro de um ônibus na avenida Presidente Vargas, no centro da capital, já terminou. Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, dois suspeitos foram presos e dez pessoas foram retiradas do coletivo. Uma granada e duas pistolas foram apreendidas.
O oficial disse que há pelo menos cinco pessoas feridas. Quatro foram baleadas e uma foi ferida a coronhadas. Entre as vítimas, está um PM que foi atingido de raspão no pescoço. Uma mulher alvejada no peito está em estado grave.
Os bandidos entraram no coletivo por volta das 20h desta terça-feira e fizeram os passageiros de reféns. De acordo com o coronel Mário Sérgio, os suspeitos conseguiram romper dois bloqueios da PM até serem cercados. Equipes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) foram chamadas para negociar a rendição dos criminosos. Houve troca de tiros. Ainda não se sabe em que circunstâncias as pessoas foram atingidas.
"O desfecho do caso foi o possível dentro das circunstâncias. O objetivo era prender os suspeitos sem vítimas mas a polícia fez o que pode", disse o comandante.
Por causa do cerco ao ônibus, duas pistas da Presidente Vargas, no sentido Praça da Bandeira, foram fechadas ao trânsito. O coletivo da viação Jurema seguia em direção a Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Ainda não há informações sobre como a confusão começou. A PM tem relatos de que, antes de entrarem no ônibus, os criminosos tentaram assaltar uma universidade na Presidente Vargas. Um policial viu a ação, tentou impedir e os bandidos, então, invadiram o coletivo.
A PM tem informações ainda de que um comparsa dos criminosos que invadiram o ônibus rendeu um motorista de um carro de passeio na Presidente Vargas, também o fez de refém e o liberou nas imediações da favela do Mandela, em Manguinhos, na zona norte.
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