RIO - Filha de uma das vítimas baleada durante o sequestro ao ônibus da Viação Jurema que seguia pela na Avenida Presidente Vargas , Tamy Pereira, de 27 anos, criticou, na manhã desta quarta-feira, a ação da polícia. Segundo ela, sua mãe, Lisa Mônica Pereira, de 46 anos, atingida por um tiro no tórax, continua internada em estado grave no Hospital Souza Aguiar e, até agora, os familiares não receberam nenhuma informação sobre as ciscunstâncias em que ela foi baleada. A filha da vítima fez ainda um apelo para que doem sangue A negativo, em falta no Hemorio.
- A ação da polícia foi péssima. Ninguém sabe, até agora, se o tiro partiu dos policiais ou dos bandidos, se ela foi a refém arrastada para fora dos ônibus pelos ladrões. Não sabemos sequer em que momento ela foi atingida - disse Tammy, que tentou visitar a mãe durante a manhã, mas não conseguiu.
A ação da polícia foi péssima. Ninguém sabe, até agora, se o tiro partiu dos policiais ou dos bandidos, se ela foi a refém arrastada para fora dos ônibus pelos ladrões
Ela contou que a Lisa fazia um curso de artesanato todas as terça-feiras em Copacabana e costumava chegar em casa por volta das 21h. Nesta terça-feira, às 23h, como Lisa ainda não havia chegado, Tammy começou a procurar informações sobre a mãe. Ela ficou sabendo por uma amiga que um ônibus que seguia para Caxias havia sido sequestrado. Ela foi, então, até a garagem da Viação Jurema, onde confirmaram a informação e disseram que uma das vítimas tinha por volta de 46 anos, idade da mãe dela.
- Corri então para o Souza Aguiar. Quando cheguei aqui, os jornalistas me informaram que minha mãe estava entre as vítimas. Mas, fora isso, ninguém dá informação sobre a minha mãe - desabafou, muito nervosa.
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