quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Valorização do real faz Rio ser a 2ª cidade mais cara para estrangeiros na América
SÃO PAULO – A valorização do real frente a muitas das principais moedas fez com que o Rio de Janeiro assumisse a segunda colocação entre as cidades mais caras das Américas para estrangeiros, ficando atrás apenas de Caracas, na Venezuela, segundo revela levantamento sobre custo de vida realizado pela ECA International.
De acordo com o estudo, em três anos, a capital carioca avançou 119 posições no ranking global, saindo do 141º lugar, em 2008, para o 22º este ano.
Ainda no que diz respeito às cidades do continente americano, além do Rio e de Caracas (13ª colocada mundialmente), nesta edição da pesquisa houve destaque para Buenos Aires, na Argentina, que por conta da inflação excessiva foi o local que mais subiu no ranking global, saltando 68 posições em um ano, até o 95º lugar.
Considerando as 50 cidades mais caras para que uma empresa possa manter um estrangeiro, outros dois municípios brasileiros aparecem na lista: São Paulo, na 29ª colocação, e Brasília, em 33º lugar.
As mais caras
Dentre as cidades mais caras do ranking estão Tóquio, no Japão, que, pela segunda vez consecutiva, figura no primeiro lugar, e Oslo, na Noruega, que ocupa a segunda colocação.
Em seguida está Genebra, na Suíça. Abaixo é possível observar os dez primeiros lugares do ranking e a posição que ocupavam em 2010 e na tabela seguinte conhecer as cinco mais caras das Américas e sua posção global.
Cidades mais caras para estrangeiros
Cidade/ País Posição em 2011 Posição em 2010
Tóquio - Japão 1ª 1ª
Oslo - Norugega 2ª 6ª
Genebra - Suíça 3ª 8ª
Nagoia - Japão 4ª 3ª
Zurique - Suíça 5ª 7ª
Yokohama - Japão 6ª 4ª
Bern - Suíça 7ª 10ª
Stavanger - Noruega 8ª 9ª
Basel - Suíça 9ª 11ª
Kobe - Japão 10ª 5ª
Cidades mais caras das Américas 2011
Cidade/ País Posição nas Américas Posição Global
Caracas - Venezuela 1ª 13ª
Rio de Janeiro - Brasil 2ª 22ª
São Paulo - Brasil 3ª 29ª
Brasília - Brasil 4ª 33ª
Vancouver - Canadá 5ª 43ª
Para calcular o custo de vida para os estrangeiros, a ECA considera a inflação e avalia o comportamento de bens e taxas de câmbio, que podem impactar, entre outras coisas, os preços de pacotes.
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