No desembarque no aeroporto Tom Jobim, na manhã desta quinta, a comitiva do Fla evitou o confronto com o grupo de torcedores ao sair pelo setor de embarque. O que não pode ser escondido é a incapacidade rubro-negra de manter os resultados que lhe são favoráveis. Foram quatro partidas em que o Flamengo esteve à frente no marcador, em três delas cedeu o empate ou a virada.
"Não vou falar disso (demissão). Tem que falar com a presidente do clube (Patricia Amorim). Eu me sinto à vontade, para mim não tem problema. Tem que ligar para a presidente e perguntar", disse Joel, ainda no Equador.
A fervura pode atingir o ponto de ebulição no domingo, no clássico com o Vasco, pela Taça Rio, segundo turno do Carioca. Apesar de ter boa situação para chegar às semifinais, uma derrota para o rival, que deve jogar com time misto, deixaria o clima insuportável.
Apenas os não relacionados para a viagem a Guayaquil treinaram nesta quinta, no Ninho do Urubu. Os demais jogadores se apresentaram à noite para a concentração antecipada para o clássico.
Na Libertadores, o Flamengo só volta a campo na quinta-feira, dia 12, e precisa vencer o Lanús, no Engenhão, e torcer por empate entre Olimpia e Emelec, no Paraguai, para avançar às oitavas.
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