Todos nós temos sido informados nos últimos meses de inúmeros ataques a sites de organizações governamentais de diversos países, além de instituições financeiras por um grupo hacker autodenominado "Anonymous". Mas, quem são eles e o que realmente querem? E por que tanta gente tem apoiado esse movimento sem questionar?
Num primeiro momento parece louvável que um grupo de pessoas com grandes habilidades em informática se interesse por "lutar pela liberdade" na internet e fora dela. Porém, como podemos confiar naqueles que não sabemos quem são, e que simplesmente se abrigam sob um pseudônimo comum? E o que sabemos sobre eles, senão aquilo que eles mesmos nos dizem? Os revolucionários virtuais têm a aura heroica de um "Che", entretanto, mesmo os mitos não foram tão "bonzinhos" quanto seus seguidores os descrevem.
As pessoas confiam neste grupo e depositam nele confiança enquanto ele age aparentemente defendendo o interesse público, mas e o que aconteceria se de uma hora para outra ele decidisse mudar de lado? Você continuaria a usar seus símbolos nas redes sociais e a apoiar as suas ações? Analise o seu lema: "Nós somos Anonymous. Nós somos Legião. Nós não perdoamos. Nós não esquecemos. Esperem por nós". Não sei a sua opinião, mas eles não me parecem muito abertos ao diálogo...
Além disso, causa espanto que as pessoas ainda não tenham se dado conta do quão inseguro o mundo contemporâneo se revelou com o aparecimento do Anonymous, e dofuturo sombrio que pode estar sendo preparado para as futuras gerações. Antes, nós pensávamos que sites de grandes corporações e de órgãos governamentais eram seguros e que praticamente nada nem ninguém poderia invadir seus bancos de dados. Hoje, porém, sabemos que isso não é bem assim. O problema é que grande parte das nossas vidas está "armazenada" justamente nesses bancos de dados e, portanto, ao alcance dos hackers.
Enfim, o que realmente impede que pessoas com tamanhos poderes façam o que quiserem, controlando contas bancárias, acessos à internet e à telefonia móvel, por exemplo? Umacerta dose de ceticismo em relação às suas reais intenções e ao seu verdadeiro posicionamento político seria apropriado neste momento histórico. Oxalá o poder não seja mais uma vez tomado das mãos do povo, supostamente em nome desse mesmo povo, por aqueles que vêm tentando hackear o Sistema desde 1917..
Num primeiro momento parece louvável que um grupo de pessoas com grandes habilidades em informática se interesse por "lutar pela liberdade" na internet e fora dela. Porém, como podemos confiar naqueles que não sabemos quem são, e que simplesmente se abrigam sob um pseudônimo comum? E o que sabemos sobre eles, senão aquilo que eles mesmos nos dizem? Os revolucionários virtuais têm a aura heroica de um "Che", entretanto, mesmo os mitos não foram tão "bonzinhos" quanto seus seguidores os descrevem.
As pessoas confiam neste grupo e depositam nele confiança enquanto ele age aparentemente defendendo o interesse público, mas e o que aconteceria se de uma hora para outra ele decidisse mudar de lado? Você continuaria a usar seus símbolos nas redes sociais e a apoiar as suas ações? Analise o seu lema: "Nós somos Anonymous. Nós somos Legião. Nós não perdoamos. Nós não esquecemos. Esperem por nós". Não sei a sua opinião, mas eles não me parecem muito abertos ao diálogo...
Além disso, causa espanto que as pessoas ainda não tenham se dado conta do quão inseguro o mundo contemporâneo se revelou com o aparecimento do Anonymous, e dofuturo sombrio que pode estar sendo preparado para as futuras gerações. Antes, nós pensávamos que sites de grandes corporações e de órgãos governamentais eram seguros e que praticamente nada nem ninguém poderia invadir seus bancos de dados. Hoje, porém, sabemos que isso não é bem assim. O problema é que grande parte das nossas vidas está "armazenada" justamente nesses bancos de dados e, portanto, ao alcance dos hackers.
Enfim, o que realmente impede que pessoas com tamanhos poderes façam o que quiserem, controlando contas bancárias, acessos à internet e à telefonia móvel, por exemplo? Umacerta dose de ceticismo em relação às suas reais intenções e ao seu verdadeiro posicionamento político seria apropriado neste momento histórico. Oxalá o poder não seja mais uma vez tomado das mãos do povo, supostamente em nome desse mesmo povo, por aqueles que vêm tentando hackear o Sistema desde 1917..


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