A família da enfermeira Janaina Caroline Cunha Alves, de 26 anos, que foi agredida e asfixiada dentro da própria casa em São Vicente, no litoral de São Paulo, afirma que a jovem pode ter sido atacada após ter decidido ciar um perfil em uma rede social. Ela está internada em coma induzido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, segundo a polícia, o noivo da vítima é o principal suspeito de ter cometido o crime. Ele nega as acusações.
Em depoimento à polícia, o noivo afirmou que ao chegar no apartamento onde a enfermeira morava encontrou a vítima sendo esganada por um pedreiro em um dos cômodos. Ao tentar salvar a jovem, ele entrou em luta corporal com o suposto agressor, que se desvencilhou e fugiu.
Em entrevista ao G1 neste sábado (1), a avó da vítima, Nelci Alves da Silva, de 66 anos, conta que a neta era uma pessoa tranquila e que as discussões e brigas com o noivo eram constantes. "Ele é uma pessoa muito possessiva. Quando recebi a notícia, fiquei sem chão. Minha neta é tudo para mim", desabafa a idosa.Já o pedreiro negou ser o responsável pelo crime. Segundo a versão do funcionário, ele realizava serviços no apartamento quando o noivo da vítima entrou e ficou com ciúmes por algum motivo, atacando a mulher. No entanto, o pedreiro afirma que saiu do local sem ver o desfecho das possíveis agressões.
Estopim
Segundo Nelci, há uma semana as discussões entre ambos se intensificaram por conta de uma conta na rede social. "Ele não queria que a Janaina criasse [uma conta no] Facebook. Na semana passada, ela veio na minha casa e criou. Quando ele descobriu, ficou muito nervoso e foi tirar satisfação. Era uma paranóia eterna", explica.
Segundo Nelci, há uma semana as discussões entre ambos se intensificaram por conta de uma conta na rede social. "Ele não queria que a Janaina criasse [uma conta no] Facebook. Na semana passada, ela veio na minha casa e criou. Quando ele descobriu, ficou muito nervoso e foi tirar satisfação. Era uma paranóia eterna", explica.
Investigação
Os dois suspeitos pelo crime prestaram depoimento e foram liberados. O caso é investigado pela 2º Distrito Policial de São Vicente e a polícia aguarda a conclusão de laudos do Instituto de Criminalística (IC) para instauração de inquérito.
O G1 tentou contato com o noivo da mulher e com o advogado dele durante toda sexta-feira (1) e sábado (2) mas não obteve retorno.
Os dois suspeitos pelo crime prestaram depoimento e foram liberados. O caso é investigado pela 2º Distrito Policial de São Vicente e a polícia aguarda a conclusão de laudos do Instituto de Criminalística (IC) para instauração de inquérito.
O G1 tentou contato com o noivo da mulher e com o advogado dele durante toda sexta-feira (1) e sábado (2) mas não obteve retorno.
Segundo familiares da vítima, Janaina apresenta ferimentos no pescoço, sinais de um possível estrangulamento, e está em internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital Ana Costa, em Santos, e em coma induzido. O estado de saúde dela é considerado grave.
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