O acidente aconteceu à 1h20 do domingo passado. Médicos do Hospital São Paulo chegaram a fazer o parto de Lilian, que estava grávida de oito meses, mas o bebê morreu horas depois.
A suspeita de que teria sido Rodrigues o principal responsável pelo acidente já havia sido usada como argumento para o relaxamento da prisão do representante comercial Carlos Alberto Aparecido de Souza Dias Fiore, de 29 anos, motorista do Peugeot que bateu no Fiat Idea ocupado por Rodrigues, Lilian, a filha de 8 anos do casal e uma sobrinha. Duas testemunhas ouvidas pela polícia já haviam dado essa informação. “Mas só o testemunho não era suficiente. Precisávamos de outras provas”, diz o delegado que cuida do caso, Airton Sante Amore, do 16.º Distrito Policial (Vila Clementino).Mas Fiore ainda é acusado de homicídio doloso (com intenção), porque, pouco antes do acidente, havia bebido e consumido cocaína. Segundo o advogado de Fiore, Sidney Lázaro dos Santos, o representante deixou a prisão ontem perto das 15 horas, após pagar R$ 20 mil de fiança. “Ele está abalado por causa do acidente. Afinal, duas pessoas morreram”, diz o advogado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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